A anos de sediar a Copa do Mundo, o Brasil já se prepara (ou vem se preparando) a muito tempo. Projetos, discussões, polêmicas, criticas e vontade... Tudo para que ao chegar o tão esperado ano da copa, tudo esteja perfeito.
Fomentar os Estados que serão sede e os seus vizinhos tem dado polêmica. Temos como exemplo o Estado do Amapá (o mesmo não possui estrutura alguma para ser uma das sedes), e estava esperando que o Pará fosse uma das escolhidas. Entretanto, quem se preparou melhor e teve projeto aprovado foi o estado do Amazonas, precisamente Manaus.
Daí vem a questão: “Podemos utilizar o atrativo da copa para juntamente com as cidades sedes tirarmos proveito de algo que pode beneficiar ambos sem dar prejuízo a ninguém? A resposta é sim... Sim, devido ao acesso, estadia e turismo que estes podem propiciar.
Nesse caso, o Amapá não possui a estrutura de sede, mas, possui uma enorme vantagem, ser a maneira mais próxima e barata de entrar no Brasil. Pelo menos para os europeus. Mas como? Simples, como somos fronteira com a Guiana Francesa (que faz parte da França), os Quem vem da Europa não necessita de visto ou outra burocracia a mais... apenas ir para as Guianas, atravessar a ponte (em construção) que a liga ao Brasil e que se localiza no Amapá (município de Oiapoque) e ir de barco ou avião ao estado do Amazonas ver os jogos de sua seleção no meio da selva amazônica.
Legal, se não fosse tudo uma especulação, visto que, o Amapá passa, atualmente, longe de ser um Estado modelo. U seja, temos mais de 80% de nossa natureza preservada (o que seria um atrativo), porém, não temos hotéis, pousadas, indústrias e, acima de tudo... Vontade de mudar. Até parece que (com raras exceções) estamos acomodados com o que temos. Aqui percebemos que quem a maioria dos empresários que venceram são imigrantes de outros lugares do Brasil. E me pergunto, onde está a vontade do povo local?
...Assim, pude perceber que algumas mentes tucujús estão se abrindo para essa nova possibilidade. Criar maneiras, pensar em soluções, desburocratizar, e dar subsídios para o desenvolvimento social e econômico. Esses itens são de primordial importância e um marco para o crescimento do Estado.
Acabamos percebendo, também, que essas idéias surgem de onde menos esperamos. Empresários e políticos se engajaram (por mais que visem lucros) para dividir e fazer rodar uma economia que a tempos se encontrava estagnada.
Cá estamos nós, meros pensantes, esperando que o povo desperte para este novo horizonte... Nosso papel estamos fazendo, alertando e incentivando o nortista a evoluir.
O que você pode fazer para mudar?
E ao mudar, quem se beneficia?
Pensem que desenvolvimento sustentável envolve o geral e não o individual.
