terça-feira, 2 de março de 2010

Problemas de "Gente Grande"

Geralmente é assim que inicia:
Em uma ocasião qualquer, um amigo te convida para visitar um lugar, conhecer algumas pessoas descoladas, maneiras, cheias de atitude e “Tals”...

Chegando lá você observa muita gente bonita, com dinheiro pra gastar, comunicativas e acima de tudo... Alegres, brincalhonas e com atitudes inesperadas... Uma loucuuuuura!!!

Aí, vem o convite... –Ahhh, que coisa inesperada – Cigarro, Álcool, ficar com um gatinho aqui, agarrar uma gatinha ali. Mas você continua sem entender (Noob) de onde vem aquela euforia de todos.


Observem que ao falarmos em drogas, devemos também ter em mente a existência de algo que diminui o sofrimento psíquico ou que é capaz de proporcionar prazer, mesmo que temporário e artificial.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, "droga é toda a substância que, introduzida em um organismo vivo, pode modificar uma ou mais de suas funções". É entendida também como o nome genérico de substâncias químicas, naturais ou sintéticas, que podem causar danos físicos e psicológicos a seu consumidor.

O uso diário pode levá-lo a mudança de comportamento e a criação de uma dependência, um desejo compulsivo de usar a droga regularmente, ao mesmo tempo que o usuário passa a apresentar problemas orgânicos decorrentes de sua falta. Esses medicamentos ou o uso terapêutico dessas substâncias só são aconselhados em casos extremos (medicinais).


Pois bem, eis os motivos de tantas “dores de cabeça” de pais, professores e outros segmentos da sociedade. Os dois maiores vilões de tantos acidentes, conflitos familiares e mortes, hoje são encarados como coisas banais pelos jovens e adolescentes (o que é extremamente errado).


Antes de atirarmos a primeira pedra temos que ter em mente que vivemos em uma sociedade recheada por crises financeiras, estresse, onde o "ter" tem muito mais valor do que o "ser". É fácil encontrarmos uma família totalmente fragilizada, onde os pais, tentando compensar a ausência, acabam confundindo liberdade com permissividade.

Com a intenção de superar essas inseguranças, preencher os vazios, situação de risco social e mesmo por simples curiosidade, alguns jovens são levados a esta terrível realidade.


Entrar nesse mundo é fácil, porém, sair dele é um pouco mais complicado.


Logo após o álcool, as drogas que crianças e adolescentes experimentam com menor idade são: O tabaco, os solventes e os medicamentos, e em seguida as drogas ilícitas como maconha, cocaína e outras muito mais fortes e letais.



Ao darmos tais “Liberdades” damos aos jovens brechas para mergulharem em um mundo que (sem força de vontade) não tem volta. Aí vão alguns fatos, entre inúmeros exemplos de pessoas escravas das drogas. Um deles, famoso no mundo inteiro, é o da cantora Amy Winehouse, que com 24 anos é suspeita de enfisema pulmonar e passou por clínicas de reabilitação para se livrar dos vícios, o que até hoje ainda não aconteceu.


Outro caso pouco “glamoroso” e mais perto do nosso dia-a-dia é o da mãe que de acorrentou o filho – usuário de crack – para tentar tirá-lo da dependência.



Neste sentido podemos dizer que, a maconha, considerada por muitos inofensiva, oferece os mesmos riscos que o álcool, podendo provocar dependência, problemas mentais (psicose, depressão, paranóia, pânico), comprometimento no trabalho e no estudo, devido à diminuição da capacidade de se concentrar e memorizar.


Além disso, ela (maconha) intensifica os problemas respiratórios, causa ansiedade e é responsável pelo aumento da violência, suicídio e acidentes.


Já a cocaína e o crack provocam diminuição do apetite, perda de peso, insônia, tremores e convulsão, além de frequentes estados de irritabilidade, inquietação, agressividade e depressão.


Todas essas drogas ingeridas em excesso diminuem a coordenação motora e podem causar ataque cardíaco e derrame cerebral. A overdose mata.


Baseado em pesquisas que indicam a idade de início do uso do álcool e outras drogas sendo em média de 12 anos, deveremos focar a prevenção e educação por todos os meios de comunicação a essa faixa etária.


É chocante, doloroso, porém, o tratamento dos dependentes químicos tem que ser feito de forma drástica e que levem a família a perceber que permitir o uso de drogas não fará que a pessoa se torne melhor ou viva em um mundo de “flores” e sim refletir que utilizar drogas ilícitas apenas lhe tiram da sua realidade momentaneamente, mas, quando voltam ao normal os problemas vem em dobro.


De qualquer forma e independente de prevenção em casa na escola e através da mídia, alguns adolescentes procurarão as drogas como um meio de fuga para seus problemas afetivos, outros o farão pela simples curiosidade ou necessidade de filiar-se ao grupo. Em todos os casos é necessário reforçar que o maior prejudicado é o próprio e que só o mesmo poder evitar a entrada nesse mundo.

Esperamos que esclarecendo e falando abertamente sobre este assunto estejamos contribuindo para o desenvolvimento e formação de jovens conscientes.


E você, o que acha de falar sobre o assunto???


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